Passaporte e Visto Americano – Operação Burocracia

5 de dezembro de 2011

Fila do passaporte na PF chega a demorar três meses; espera para o visto americano pode ser reduzida.

Tirar passaporte era sinples; tirar visto, nem tanto. Até 2006, o documento brasileiro tinha duração de 10 anos e passou a expirar em cinco. O visto americano para turistas era válido por apenas cinco. E, desde o ano passado, os EUA expandiram a validade para dez anos. Com mais uma boa notícia a caminho: o serviço deve ficar mais rápido e ágil.

Para acompanhar a demanda, o Consulado Geral dos Estados Unidos em SP estuda inaugurar postos em diferentes pontos da cidade, onde interessados poderão adiantar alguns procedimentos.

Atualmente para solicitar entrada para turismo ou para negócios e necessário fazer o agendamento da entrevista no site www.visto-eua.com.br, apresentar a documentação exigida e esperar até 100 (cem) dias para a conclusão do processo.

Segundo o consulado, a demora acontece em razão da demanda. Há dois anos, eram entrevistadas cerca de 1500 pessoas por dia. Hoje, o número dobrou. Com os postos, o canditado entregará a documentação antes, e a visita ao consulador será somente para a entrevista.

Tirar o passaporte, por outro lado, pode render pesadelos. Quem agenda hoje no site da PF a entrega da documentação ter o o passaporte em mãos em fevereiro de 2012, para alguns postos.

Apressados tem um atalho: solicitar a emissão no interior. Jales a 600 kmn de SP, tem data disponível para agendamento em dois dias úteis. Entretanto o solicitante não pode esquecer que precisa voltar para buscar o documento.

Como tirar o visto

CINGAPURA, seu próximo destino de compras

14 de junho de 2011

Talvez você não associe Cingapura a compras, mas deveria. O lugar tem mais de 250 centros comerciais, com vendedores amáveis que falam inglês.

Tudo high tech, e o preço dos eletrônicos é 50% mais baixo do que no Brasil. Dá ainda para restituir o imposto nas compras acima de USD 80,00.

Os grandes endereços:

ORCHARD ROAD

Vale conhecer o 313@somerst (313, Orchard Road, 65/6496-9313, www.313somerset.com.sg), shopping moderninho de 8 andares e 177 lojas como Zara e Forever 21.

O Ion Orchard (391, Orchard Road, 65/6238-8228, ionorchard.com) é bastante completo. Seu mix vai de Cartier a Levis, passando por Muji e Louis Vuitton.

O Forum (583, Orchard Road, 65/6732-2469, forumtheshoppingmall.com.sg) é o melhor para roupas de crianças, enxoval e brinquedos.

A DFS Galleria (25, Scotts Roads, 65/6229-8100, www.dfsgalleria.com) conquista pela exclusividade.

Tem Bvulgari, Dior, Marcs Jacobs, Versace e Kenzo. Finalmente, há o Far East Plaza (14, Scotts Roads, 65/9673-6477, www.fareast-plaza.com), uma experiência antropológica. São mais de 600 lojas com pechinchas em roupas, malas, sapatos, livros e badulaques.

LITTLE INDIA

A região é uma Super Santa Ifigênia, e o Mustafa (145 Syed Alwi Road, 65/6295-5855, www.mustafa.com.sg), um ícone entre as lojas que vendem eletrônicos e outras coisinhas mais. O lugar tem corredores estreitos e lojas abarrotadas de joias, roupas, sapatos, TVs, tablets.

Éden para os gadget freaks, o Sim Lim Square (1, Rochor Canal Road, 64/6338-3859, www.simlimsquare.com.sg) tem 6 andares de lojas de câmeras e computadores. Pechinche com afinco.

MARINA BAY

O Raffles City (252 North Bridge Road, 65/6318-0238, www.raffescity.com.sg) tem lojas como MAC, L´Occitane, Swatch e outras grifes.

O Funan (109, North Bridge Road, 65/6336-8327, www.funan.com.sg) é outra Disneylândia dos eletrônicos com 8 andares de câmeras, laptops e muitos outros badulaques para pechinchar.

Conectado ao Raffles City, o Suntec City tem boas lojas econômicas, como GAP e Promod, e muitas redes de fast food.

Finalmente o The Shoppes At Marina Bay Sands (10 Baffront Avenue, 65/6688-8868, www.marinabaysands.com) é o crème de la crème das marcas de luxo.

Fonte: Revista Viagem e Turismo – 06/2011

Estações de SKI na América do Sul

13 de junho de 2011

Bariloche

Bariloche é a capital dos brasileiros da neve e, no font interno, do turismo estudantil argentino, uma Cancún dos portenhos. Por isso é barato ficar na cidade – há muitos albergues e hostels. Quer gastar pouco, vá a Bariloche. o hostel Tango Inn (www.angoinnhostels.com; diárias desde US$ 13 em quarto para oito pessoas) ainda dá ao hóspede o transfer para a estação de esqui de Cerro Catedral. Na cidade, comer é um exercício de custo/benefício. No El Boliche de Alberto (Calle Villegas, 347, 54-2944/434-564, www.elbolichedealberto.com), a parilla que é unanimidade. Na neve propriamente dita, considere fazer aulas coletivas em uma das várias escolas de esqui da base, maneira de conhecer as melhores pistas e setores da montanha.

Não é segredo que Bariloche ainda é a porta de entrada dos brasileiros na neve. Pelas estações você vai ver gente fazendo esquibunda, jogando bolas compactadas nas costas dos amigos ou fotografando sem parar nas gôndolas com o cenário branco das estações de Cerro Catedral (www.catedralpatagonia.com) e Cerro otto. se você ou alguém de sua família não esquia nada e se recusa a aprender, é ainda possível fazer tubing, em que uma boia inflável do tamanho de um pneu de caminhão é jogada montanha abaixo. É uma experiência divertida, especialmente para as crianças. separe uma noite para outra experiência divertida – e memorável: um jantar no El Refugio (Ruta 82, 54-2944/476-110, www.arelauquen.com), dentro do luxuoso condomínio arelauquen golf Club. Para chegar ao restaurante, a 1 300 metros de altitude, só de snowmobile ou a cavalo. Por aí você tem uma ideia.

Cerro Bayo

A estação de Cerro Bayo (www.cerrobayoweb.com), a 15 minutos do Centro da cidade, é pequena e sem grandes atrativos, mas o lugar, villa La angostura, a uma hora de carro do aeroporto de Bariloche, do outro lado do Lago Nahuel Huapi, compensa as limitações do esqui. La angostura é um complemento de paz e charme a Bariloche. Pousadas à beira-lago como a Las Balsas (Calle Las Balsas, 54-2944/494-398, www.lasbalsas.com; diárias desde US$ 420), integrante da associação relais & Châteaux, são, forçando um pouco a barra, quase commodity em La angostura. o restaurante do lugar aplica técnicas fancesas à cozinha patagônica em menus com vinho e sobremesa ao preço fixo de US$ 120. outra opção na linha fancy é o elegante Correntoso Lake & River Hotel (Ruta 234 com o Rio Correntoso, 54-2944/15-619, www.correntoso.com; diárias desde US$ 300). o restaurante gourmet é aberto ao público.

Cerro Castor

Para explorar os arredores selvagens de ushuaia, a cidade mais ao sul do mundo, é preciso escolher o meio de transporte, todos eles curiosos – trenó de cachorros, snowmobiles, raquetes de neve (ok, há também 4×4). a moderna estação de esqui de Cerro Castor (www.cerrocastor.com) tem pistas na medida para intermediários e uma área de iniciantes que percorre belas trilhas à sombra das árvores. ushuaia está na moda, e um efeito colateral positivo é a culinária. o Chez Manu (Avenida Fernando Luis Martial, 2135, 54-2901/432-253), com vista do Canal de Beagle, tem no cardápio a pata de centolla, caranguejo gigante das águas geladas da região. o restaurante ficou fechado alguns meses, mas reabre no dia 26 deste mês.

Chapelco

Chapelco (www.cerrochapelco.com) é uma das melhores estações do continente, com 24 pistas, teleféricos modernos, neve de ótima qualidade e um generoso terreno esquiável. a estação faz jus à cidade, san martín de los andes, uma das mais pitorescas da Patagônia. a três horas de Bariloche e às magens do Lago Lacar, é muito visitada por famílias que preferem chalés e apart-hotéis. em Chapelco, as bonitas trilhas entre as árvores e os passeios de trenó puxados por cães siberianos valem a subida. o lugar também tem um “jardim de infância” na neve completo, com creche.

Farellones/El Colorado/La Parva

De todas as estações próximas a santiago, El Colorado (www.elcolorado.cl) é a mais frequentada pelos santiaguinos. os motivos são os passes mais em conta, o snow park, o maior da américa do sul, com obstáculos como corrimões e rampas para saltos e as muitas pousadas e apart-hotéis, boas para quem vai em grupo. um teleférico na base faz a ligação entre el Colorado e a vila de Farellones, com mais pousadas e o simpático hostel Lodge Andes (Camino la Capilla, 662, 56-02/919-5524, www.lodgeandes.cl), em que até seis amigos podem compartilhar um dormitório pagando us$ 70 por pessoa, jantar incluído. o lugar também tem uma vida noturna de nota, como você pode comprovar no El Montañes (Avenida El Colorado, 56-02/321-1149, www.elmontanes.cl) – de dia o restaurante serve uma das melhores comidas do Chile, com especialidades suíças. outra grande vantagem de Colorado é estar a uma hora de santiago. Prefira subir com as vans que partem do bairro de Las Condes, em santiago, onde também estão lojas para aluguel de equipamentos de esqui. Pagam-se cerca de US$ 15, com saídas a partir das 8 da manhã pela KL Adventure (Augusto Mira Fernandez, 14248, 56-2/217-9101, www.kladventure.com) ou pela Ski Total (Avenida Apoquindo, 4 900, lojas 37 e 46, 56-2/246-6881, www.skitotal.cl). La Parva (www.laparva.cl), a estação que vem logo pós os limites de el Colorado é mais exclusiva. Na vila defonte, há apenas casas para locação. os passes são mais caros, as filas nos meios de elevação são menores e os santiaguinos se acham muito rejios (elegantes) quando estão lá.

La Hoya

Pouca gente sabe, mas existe uma espécie de lado B dos Lagos Andinos, uma região mais selvagem que parece ter sido deixada como foi encontrada. a pequena cidade de esquel, a quatro horas de Bariloche, guarda um pouco do espírito dos tempos da locomotiva a vapor Latrochita, o velho expresso Patagônico, que cortava a área. em esquel está La Hoya (www.cerrolahoya.com), estação com 24 pistas, dispostas em uma espécie de anfiteatro natural que se afunila desde os picos até a base e tem passes mais baratos que a média argentina. Na estrada, é comum avistar animais como guanacos e lebres, além dos cervos que costumeiramente cruzam a pista. se você gosta de se sentir desbravando um destino, esta é a estação.

Las Leñas

Gente diferenciada, para usar a expressão da moda, comparece em peso a Las Leñas (www.laslenas.com), na região de mendoza. Não é incomum que apenas socializem nos bares, ignorando as pistas. Las Leñas é um resort bem isolado, com duas boates na estação, mas fervidíssimas. Rola paquera no restaurante Parador Neptuno, no alto do teleférico Neptuno, ou na happy hour do uFo Point, restaurante, na base da montanha que vira clube depois das 11 da noite. De dia a conversa é para os expertos. Os half-pipes naturais (as valas cheias de neve com formato tubular, ideais para manobras aéreas) da estação surgem logo à saída dos teleféricos. e as pistas para intermediários são generosas: podem chegar a 7 quilômetros de extensão graças aos halfpipes e aos tratores snowcat, utilizados para aplainar a neve nas pistas.

Nevados de Chillán

O Gran Hotel Termas de Chillán (42/434-200, www.termaschillan.cl; diárias desde US$ 1380 o pacote com sete noites), considerado o mais confortável entre todas as estações chilenas, serve uma verdadeira maratona de tratamentos de beleza e relaxamento, como hidromassagem sulfúrica, talassoterapia com algas, banhos de vapor natural, terapia com pedras quentes e outros mimos para o corpo. O esqui é sempre protagonista, mas ninguém se incomoda em passar um dia ou dois longe da neve. A 8 quilômetros do lugar, outra opção bacana de hospedagem é o vilarejo de Las trancas, onde fica o M.I. Lodge (Fundo Los Pretiles, 56-9/623-0412, www.misnowchile.com; diárias desde US$ 60), a pousada mais cool de Chillán.

Portillo

Situada na fonteira com a Argentina, o resort de esqui Portillo (www.skiportillo.com; diárias desde US$ 1 700 com sete noites de hospedagem) trata seus clientes com distinção. São 480 funcionários para no máximo 450 hóspedes. E como quase nunca há filas nos meios de elevação, dá para descer várias vezes em curto espaço de tempo. A adega com 140 rótulos diferentes é um dos orgulhos do hotel. “Este ano teremos uma carta de vinhos eletrônica à disposição em iPads para que os hóspedes possam harmonizar seus pratos”, disse à VT Constanza Moya, diretora de marketing de Portillo. No início e no fim da temporada, acontecem sempre as semanas Kids stay Free, em que ao menos uma criança por casal não paga nada por estadia, alimentação ou passe de esqui.

Valle Nevado

Com tantos brasileiros pela estação chilena, você pode até suspeitar que Valle Nevado (www.vallenevado.com) tenha pistas de dificuldade mínima. mas o lugar é pro, fequentado por esportistas do quilate da brasileira Isabela Clark e do americano Shaun White. As valas e bacias (bowls) cheias de neve na parte central da montanha são uma beleza para os adeptos do snowboard. Dá ainda para se aventurar em excursões de heliski (o helicóptero deixa os esquiadores em lugares bem mais remotos). Para as crianças é bacana também. Na área de aprendizado há equipamentos como o magic carpet, que encurta o tempo entre uma descida e outra.

Fonte: Revista Viagem e Turismo – 06/2011

NY – A ILHA QUE NUNCA DORME

13 de junho de 2011

Realmente, o título desse post diz tudo.

Vou discorrer aqui sobre os principais pontos de baladas em NY que valem a pena:

NIGHTCLUBS
BUTTER (415 Lafayette Street, 253-2828, butterrestaurant.com; Cc: todos)
Perfil: um dos mais badalados. No andar de cima funciona o restaurante; no subsolo, a boate ferve.
A dica: dê a entender que você vai consumir muitas garrafas de champanhe.
Quem vai: Paris Hilton já comemorou seu aniversário lá.

ROSE BAR (2 Lexington Avenue, 920-3300, gramercyparkhotel.com; Cc: todos)
Perfil: tem ambiente classudo com uma grande lareira e mesa de bilhar.
A dica: não dá para furar fila sem conhecer “alguém”.
Quem vai: vips mais low profi le, de Gisele Bündchen a Quincy Jones.

GREENHOUSE (150 Varick Street, 807-7000, greenhouseusa.com; Cc: todos)
Perfil: primeira balada ecofriendly de Nova York – até a vodca é orgânica.
A dica: esqueça a vodca orgânica e vá de cerveja.
Quem vai: ecologicamente corretos – mas que não saem sem um Louboutin altíssimo.

GRIFFIN (50 Gansevoort Street, 255-6676, thegriffinny.com; Cc: todos)
Perfil: um lounge à la belle époque – o destaque é o gigantesco lustre de cristal.
A dica: experimente os coquetéis, elaborados por mixologistas famosos.
Quem vai: artistas, modelos, ou seja, gente bonita.

1 OAK (453 W 17th Street, 242-1111, 1oaknyc.com; Cc: todos)
Perfil: é abreviatura de “one of a kind”. Tem um ar austero: o teto de carvalho, o chão preto e branco e um bar imenso e envernizado.
A dica: toca músicas dançantes: ótimo para se jogar na pista.
Quem vai: famosos da modinha, como Chace Crawford, o Nate de Gossip Girl.

KISS & FLY (409 W 13th Street, 255-1933, kissandflyclub.com; Cc: todos)
Perfil: tem um quê de St. Tropez, com house europeu bombando na pista e a moçada só no Veuve Clicquot.
A dica: há várias pistinhas com diferentes níveis. Escolha a mais alta.
Quem vai: jet setters em geral. O rapper milionário Diddy comemorou seu aniversário de 40 anos ali.

AJNA BAR (25 W 12th Street, 647-7314, buddhabarnyc.com; Cc: todos)
Perfil: antigo Buddha Bar. No meio da pista e das estátuas de Sidharta, moças fantasiadas de Shiva fazem danças sensuais.
A dica: é um restaurante disfarçado de balada. Vá sem medo no roll de lagosta.
Quem vai: pessoas a fim de comer bem mas que não abrem mão da party.

PRAVDA (281 Lafayette Street, 226-4944, pravdany.com; Cc: todos)
Perfil: um speakeasy temático da União Soviética. Mas nada de socialismo: as especialidades são o caviar e a carta de vodcas.
A dica: é difícil de achar, claro, e fica no subsolo. Tem de descer por uma escadinha.
Quem vai: uma fiel clientela pós-balzaquiana.

LA ESQUINA (114 Kenmare Street, 646/613-7100, esquinanyc.com; Cc: todos)
Perfil: outro bar “secreto”, dessa vez embaixo de uma taqueria com cara de suja.
A dica: a relação gente/espaço é perfeita.
Quem vai: o tipo de pessoa que sabe que existe um lugar cool escondido atrás de uma cozinha.

ENTRE UMA BALADA E OUTRA…

CENTRAL PARK
(centralparknyc.org)
Repare nas placas verdes espalhadas pelo parque. Nelas há números que você pode ligar de seu celular para saber mais sobre aquele ponto em gravações de Whoopi Goldberg, Yoko Ono, Jerry Seinfeld e outros new yorkers célebres.

REEBOK SPORTS CLUB
(160 Columbus Avenue, 362- 6800, mpsportsclub.com)
A academia é vertical, distribuída em vários andares, sempre lotados. O legal é que dá para malhar pelo convênio de alguns hotéis da redondeza e de academias da marca do Brasil.

METROPOLITAN MUSEUM
(1000 5th Avenue, metmuseum.org)
Museu de arte clássica do mundo todo. Tem grande acervo em exibição permanente e mostras temáticas especiais.

WHITNEY MUSEUM
(945 Madison Avenue, 570-3600, whitney.org)
Pinacoteca, vídeos, instalações e performances para um banho de imersão na cultura artística americana. Arte local, principalmente contemporânea e do século 20.

RESTAURANTES PARA DESCONTRAIR
CIPRIANI DOWNTOWN
(376 W Broadway, 343-0999, cipriani.com; Cc: todos)
O mais casual dos cincos restaurantes da grife. O pedido vespertino clássico é a torta do dia (US$ 13) com uma taça do famoso Bellini (prosecco com suco de pêssego; US$ 15).

PARA UM CLIMA INTIMISTA
NOBU NEXT DOOR

(105 Hudson Street, 334-4445, noburestaurants.com; Cc: todos)
Esse japonês é menor e ainda mais caprichoso que o Nobu original. O blackcod grelhado (US$ 26), peixe que lembra o bacalhau, veio com cor e textura de nuvem.

PARA SAIR DA DIETA
TICK TOCK DINER

(481 8th Avenue, 268-8444; Cc: todos)
Lanchonete 24 horas, bem no estilo americano, ótima para um hamburgão com fritas pós-balada (US$ 10). Serve panqueca, waffle, ovos e bacon a qualquer hora.

PARA SER BEM SERVIDO
MR. CHOW TRIBECA

(121 Hudson Street, 965-9500, mrchow.com; Cc: todos)
Famosa rede com mais quatro casas nos EUA e em Londres, é um chinês com ambiente
cool e cozinha tradicional. Os pratos fartos dão até para dividir em dois. Os garçons, porém, são um pouco insistentes.

PARA COMER E PAQUERAR
SPICE MARKET

(403 W 13th Street, 675-2322, spicemarketnewyork.com; Cc: todos)
Com um décor que lembra um mercado perdido na Tailândia, o chef Jean-Georges inspirou-se em receitas de comidinhas de rua do Sudeste Asiático, como o camarão com molho picante (US$ 15). Nem se importe com mesa – o balcão do bar é o lugar para estar.

PARA COMER AO AR LIVRE
BAR PITTI

(268 6th Avenue, 982-3300)
Os ingredientes fresquinhos e o atendimento familiar fazem desse italiano o melhor lugar para um almoço alto astral. Experimente as minialmôndegas de vitela (US$ 9,50). As mesinhas na calçada lotam de gente do mundo da moda.

PARA SE EMPANTURRAR
DA SILVANO

(260 6th Avenue, 982-2343, dasilvano.com; Cc: todos)
Aberto desde 1975, esse italiano é mais tradicionalzão. O forte da casa é a culinária da região da Toscana. O destaque do cardápio vai para o pato assado (US$ 16).

PARA UM ESQUENTA
BARBOUNIA

(250 Park Avenue South, 995-0242, barbounia.com, Cc: todos)

Um bom restaurante mediterrâneo, cujo forte é a happy hour, hora em que todos estão mais preocupados em beber (os drinques com champanhe, a US$ 6, são ótimos) que em fazer altas refeições. No mesmo prédio há uma agência de modelos, que garantem frequência e embelezam o lugar.

COMPRAS
BERGDORF GOODMAN
(754 5th Avenue, bergdorfgoodman.com; Cc: todos)
É uma loja de departamentos de alto luxo que vende peças de estilistas famosos como Roberto Cavalli, Oscar de la Renta e Christian Louboutin.

CLO WINE SHOP
(10 Columbus Circle, clowines.com; Cc: todos)
Loja high-tech de vinhos no Time Warner Center. Tem desde garrafas da bebida a acessórios afins, como taças e saca-rolhas.

EMILIO PUCCI
(701 5th Avenue, 230-1135, emiliopucci.com; Cc: todos)
Superchique, tem tudo para uma mulher pirar: roupas, bolsas, biquínis, sapatos.

PRADA
(575 Broadway, 334-8888, prada.com; Cc: todos)
Vale pelos lançamentos e peças-conceito da grife. Nos provadores, ao se olhar no espelho, uma camerazinha te filma de vários ângulos e projeta no espelho.

ANTHROPOLOGIE
(375 W Broadway, 343-7070, anthropologie.com; Cc: todos)
Loja-conceito para se perder entre roupas e acessórios de marcas do mundo todo.

7 FOR ALL MANKIND
(394 W Broadway, 226-8615, 7forallmankind.com; Cc: todos)
Graças a um corte incrível, os jeans realmente valorizam qualquer nova solteira.

TOYS “R” US
(1514 Broadway, toysrus.com; Cc: todos)
A imensa roda-gigante dessa loja de brinquedos vai fazer você querer trazer os filhotes na próxima vez.

HOTÉIS
ACE HOTEL
(20 W 29th, 679-2222, acehotel.com/newyork; diárias desde US$ 209)
Como é: O mais badalado do momento. Tem uma vibe meio rock’n'roll – em alguns quartos há até guitarra
É cool porque tem… o restaurante Breslin com um quê vintage de pub inglês. No cardápio, muita carne. Serve do café da manhã ao jantar

THE GREENWICH HOTEL
(377 Greenwich, 941-8900, thegreenwichhotel.com; diárias desde US$ 475)
Como é: Chiquérrimo, e o melhor é que a ideia do dono, o ator Robert De Niro, era deixá-lo com cara de casa – por isso nenhum dos 88 quartos é igual a outro
É cool porque tem… uma megapiscina que fica no subsolo, um lugar quieto e à meia-luz. Ali há também um spa em estilo japonês. Dica: tudo o que está no minibar do quarto é de graça

THE POD
(230 E 51th, 355-0300, thepodhotel.com; diárias desde US$ 119)
Como é: Ideal para quem não liga para espaço (os quartos são minúsculos),
quer economizar mas não abre mão de estar num lugar cool
É cool porque tem… decoração moderna: as paredes são coloridas e grafitadas; nas camas, as mantas são de cores fortes. E ainda tem wi-fi de graça no quarto

THE STANDARD
(848 Washington, 645-4646, standardhotels.com; diárias desde US$ 195)
Como é: Hype e, ao mesmo tempo, despretencioso: um rediozão de 19 andares, com aparência de cimento batido e janelões de vidro com staff jovem
É cool porque tem… o bar Boom Boom Boom que bomba. Fica no último andar, tem pé-direito altíssimo e, claro, todo envidraçado, dá uma vista incrível para Nova York. Até as 21h abre apenas para hóspedes. Depois, só para convidados

W NEW YORK
(541 Lexington Avenue, 755-1200, whotelsnewyork.com; diárias desde US$ 289)
Como é: Em plena Midtown, é o típico hotel-butique e tudo o que isso significa: pé direito gigante, iluminação colorida e decoração moderna. Foi todo reformado em 2008
É cool porque tem… serviços diferenciados. O Whatever/Whenever promete realizar qualquer desejo maluco do hóspede – de passeio em helicóptero até a organização de festa de aniversário

PARA SE DAR BEM…
NO RESTAURANTE
Não adianta fazer barraco na porta do restaurante: a maioria precisa de reserva. Confira antes as possibilidades em sites como o opentable.com ou corra o risco de acabar num Burger King.

NA BALADA Não rola muita pegação nas festas. Já na pista, a galera vai até o chão e dança créu na velocidade 5. Chegue cedo e produzida – muitas vezes é o porteiro que decide quem pode ou não entrar.

NAS LOJAS Nelas, você vai gastar os tubos, mas, para minimizar os danos, vale a pena fuçar – mesmo nas lojas chiques. Procure, nos fundos ou nos últimos andares, por araras de “sale” e parta para a luta.

* O código telefônico de Nova York é 1-212.

Fonte: Revista Viagem & Turismo – 03/2011

5 Dúvidas sobre viajar com crianças

22 de março de 2011

Quais documentos os pequenos devem levar?

Dentro do Brasil e na companhia dos pais, basta a carteira de identidade ou a certidão de nascimento.Se a viagem for para o exterior, é obrigatório o RG nos países do Mercosul e o passaporte nos demais.Verifique se a exigência de visto, quando houver, não é dispensável na idade da criança.

E se a criança viajar com um dos pais?

Para o exterior, é imprescindível autorização judicial ou daquele que não viaja, por escrito, com firma reconhecida e a descrição da viagem. Dentro do Brasil não é necessário prmissão.

E para viajar com outros familiares?

Para que avós e demais parentes viagem com a criança para o exterior, é exigida autorização judicial ou uma permissão do pai e da mãe por escrito, com firma reconhecida dos dois. Para as viagens nacionais, o acompanhante maior de idade precisa portar um documento com foto, que comprove o parentesco de até 3º grau.

Há desconto em passagens?

A tarifa para menores de 2 anos não pode ultrapassar 10% da tarifa cheia, de acordo com a Infraero. Quando a criança tem mais de 2 anos de idade ou já ocupa outro assento, o valor é definido pela companhia aérea, que normalmente fica em torno de 75% do valor da tarifa cheia.

Quais documentos são obrigatórios para hospedar a criança em um hotel?

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é proibida a hospedagem de menores em hotéis sem a autorização ou o acompanhamento dos pais ou responsáveis. No caso de hospedagem com apenas um dos pais, é necessária uma permissão do pai ausente com firma reconhecida ou autorização judicial, mas nem todos os hotéis cobram esse documento, pois a resolução é confusa quanto a esse assunto.

Fonte: Revista Viagem & Turismo – 03/11 e PontoAlto Viagens & Turismo

Vinhas na mira

11 de março de 2011

Março é o mês de colheita da uva no Chile, época perfeita para visitar vinícolas próximas a Santiago.

VALLE DEL MAIPO

Distância de Santiago: 01 hora de carro. Você também pode ir de metrô até a estação Puente Alto e fazer uma rápida corrida de táxi.

A região é conhecida pelos vinhos tintos, com destaque para a uva cabernet sauvignon.

Programe-se: a mais tradicional bodega do país é Concha y Toro (www.conchaytoro.com, USD 12).

Além dos jardins e adegas, você conhece também a cave onde nasceu a lenda do diabo que batizou a vinícola. Inclui degustação e três vinhos.

VALLE DE COLCHAGUA

Distância de Santiago: 02 horas de carro.

Produz uvas tintas, em especial a cabernet sauvignon.

Programe-se: vem se consagrando por seu clima, solo e topografia que resultam em um vinho único.

A Ruta del Vino (www.rutadelvino.cl), uma associação de 12 vinícolas, é considerada a mais organizada rota de vinho do país, e os passeios custam desde USD 45. Lapostolle e Montes são duas das principais bodegas.

VALLE DE CASABLANCA

Distância de Santiago: a menos de 01 hora, próximo à Vina del Mar.

Forte na produção de vinhos brancos, com destaque para as uvas chardonnay e sauvignon Blanc.

Programe-se: trata-se de uma das mais recentes regiões vinícolas do país e concentram 15 bodegas mais 05 restaurantes. Pode-se conhecer tudo com carro próprio ou comprando passeios da Asociación de Empresarios Vitivinícolas del Valle de Casablanca (www.casablancavalley.cl, desde USD 47).

VALLE DE CURICÓ

Distância de Santiago: está a 208 km ao sul.

São cultivados mais de 30 tipos de uva, de sauvignon blanc a cabernet sauvignon.

Programe-se: nesse vale tradicionalíssimo os vinhedos são plantados nas encostas, aos pés da Cordilheira dos Andes.

A bodega Torres (www.torreschile.com), tem um belo centro de visitas e um restaurante com vista para os parreiras.

Fonte: Revista Viagem e Turismo – 03/2011

SE HOSPEDAR EM PRAGA

31 de janeiro de 2011

Foi-se o tempo em que só uma meia dúzia de insiders tinha a informação de que Praga é uma das belas cidades do planeta. Hoje a cidade recebe 4 milhões de turistas por ano. Boa parte do centro histórico se converteu num imenso turismódromo: basta seguir o fluxo de pedestres e você não apenas se perderá como verá todos os cartões postais (e poderá comprar todos os suvenires que quiser, em lojinhas que se reproduzem pelo caminho).

Para apreciar de fato a beleza de Praga, a receita é abandonar os corredores de gente e enveredar pelas ruelas sem comércio. O mais bonito e mais sereno desses oásis é o bairro MALÁ STRANA (“Cidade Pequena”).

Estrategicamente localizado entre a Ponte Carlos e o Castelo, MALÁ STRANA permanece um bairro mais residencial do que comercial. As quadras mais próximas do Rio Moldava são ocupada principalmente por embaixadas, o que torna a região mais sossegada. É o lugar perfeito para se hospedar.

Ficando num hotel em MALÁ STRANA, você dormirá e acordará numa Praga parecida com a que existia antes do turismo de massa. E estará a poucos passos de fazer o programa mais imperdível de Praga: aparecer na Ponte Carlos antes do café da manhã, quando os vendedores de quinquilharias ainda não chegaram para estragar as fotos…

Os preços foram apurados em sites de reservas de hotéis para o primeiro fim de semana de março de 2011.

LUXUOSOS: se couber no seu orçamento, fique no Mandarim Oriental (http://www.mandarinoriental.com/prague; USD 342,00). O hotel ocupa um antigo convento dominicano; tem uma ala de arquitetura barroca, outra renascentista e ainda uma contemporânea, construída durante a restauração. A decoração é a um só tempo moderna e aconchegante. Após um dia de caminhada, é difícil resistir ao SPA, com mimos asiáticos.

Ali perto, ainda na zona das embaixadas, o Alchymist Residence Nosticova (www.nosticova.com; USD 188) tem apartamentos quase tão barrocos quanto o prédio e uma tarifa bem interessante para a categoria.

Bem mais elegante é o Aria (www.ariahotel.net; com uma tarifa de USD 280), um cinco-estrelas de inspiração musical – uma partitura leva os hóspedes da entrada ao jardim de inverno.

Mas acima, na mesma rua, encontra-se outro exemplar cocó da rede Alchymist, o Grand Hotel & Spa (www.alchymisthotel.com; USD 269).

MODERNINHOS: não curte ambientes que queiram dar a impressão de estar inalterados há três ou quatro séculos?? Então tente o Vintage Hotel Sax (www.hotelsax.cz; USD 142). Numa ladeira a caminho do Castelo de Praga (mas fora da rota usada pela turma), o hotel é todo decorado com móveis anos 1960.

Não curte ambientes que queiram dar a impressão de estar inalterados há quatro décadas? Então tente o Domus Balthasar (www.domus-balthasar.cz; USD 97), que fica na Rua Ponte Carlos e tem apartamentos minimizados.

Numa travessinha dessa rua, o Charles Bridge Apartments (www.charles-bridge-apartments.com; USD 80) tem apartamentos de vários tamanhos e cozinhas equipadas.

Vale considerar também o Hotel Pinot (www.hotelpinot.cz; USD 120), escondidinho numa rua próxima ao parque Kampa e ao Museu Kafka, que tem quartos básicos, porém simpáticos.

TRADICIONAIS: em Praga é difícil fugir de hotéis com decoração pesada – madeiras escuras, móveis maciço. Mas quando a localização é boa e o preço abordável, vale a pena relevar. Da turma, o mais simpático é o Archibald at Charles Bridge (www.archibald.cz; USD 120), muito bem situado na Ilha Kampa.

Nas redondezas, a maior barbada é o Kampa Garden (www.kampagarden.cz; USD 54), que compensa o prédio construído na era comunista com quartos sóbrios e preços ótimos.

Para pagar pouco por uma hospedagem honesta e ter transporte coletivo à porta, tente o Roma (www.hotelromaprague.cz; USD 102), e atenção: o Ibis Malá Strana não fica em em Malá Strana, está a quase 20 minutos de caminhada da Ponte Carlos.

Fonte: O Estado de São Paulo – janeiro de 2011

PEQUENO MANUAL DE IMIGRAÇÃO

24 de janeiro de 2011

Mulher jovem, sozinha, viajando pela primeira vez à Europa com passagens e hospedagem para apenas 06 dias. Para os agentes da imigração da União Européia, uma candidata e tanto ao maior pesadelo do viajante: não passar do aeroporto.

De acordo com dados da Frontex, agência européia de controle de fronteiras, só no primeiro semestre do ano de 2010, 1842 brasileiros foram barrados nos aeroportos do continente, principalmente na Espanha e na Inglaterra.

Para a Polícia Federal brasileira, nos EUA, mesmo com a exigência do visto, a situação é parecida.

Após todas essas informações, segue um pequeno manual para ajudá-lo a fazer da viagem o que ela deve ser: uma experiência prazerosa, uma das mais prazerosas da sua vida, e não um trauma.

A seguir o que você deve saber para passar pela imigração.

DOCUMENTOS

Os países exigem alguns documentos e sugerem outros. Para sentir-se mais seguro na hora de viajar, leve todos os comprovantes de renda que tiver e, principalmente, os de vínculo com o Brasil, como carteira profissional e certidão de casamento.

CHILE, PERU, COLÔMBIA, BOLÍVIA E PAÍSES DO MERCOSUL

Basta levar a cédula de identidade (RG) desde que ela esteja em bom estado de conservação e com uma foto que possibilite o agente da imigração reconhecê-lo. Não adianta levar aquele RG antigo de quando você tinha apenas 10 anos!!!.

A carteira de motorista e os outros documentos válidos no Brasil não são aceitos para a entrada nesses territórios. No caso do Peru, Colômbia, Venezuela e Bolívia é necessário apresentar também o comprovante de vacinação contra a febre amarela.

ESTADOS UNIDOS

É necessário americano. Para saber como proceder para consegui-lo, acessar www.visto-eua.com.br.

MÉXICO

Desde dezembro de 2010, os brasileiros estão isentos do visto. É necessário somente obter uma autorização junto ao consulado mexicano http://www.inm.gob.mx/index.php/page/Inicio_Autorizacion_Electronica/pt-br.html

PAÍSES DA UNIÃO EUROPÉIA

Para viagens com duração de até três meses, não é necessário visto, apenas a apresentação do passaporte. Porém, na prática, é obrigatório ter um seguro-saúde com cobertura de 30 mil euros, comprovante de renda e 60 euros em espécie por dia de estada, além de um cartão de crédito internacional. Vouchers de hotel ou uma carta-convite assinada por quem irá abrigá-lo também são bem vindos. Por via das dúvidas, tenha a mão a reserva da passagem de volta impressa e algo que ateste seu vínculo com o Brasil, como a carteira de trabalho.

CARIBE

Para não ter erro, leve o comprovante de vacinação contra febre amarela e o passaporte.

Brasileiro não precisa de visto para entrar na REPÚBLICA DOMINICANA (www.dominicadasaopaulo.com.brsó de  uma tarjeta de turismo válida  uma entrada de até 60 dias. Esta tarjeta compra-se nos desembarques dos aeroportos de destino na República Dominicana ou nos consulados. A tarjeta de ingresso no país têm uma taxa de USD 10,00.

CUBA também exige a tarjeta de turismo, que pode ser comprada na própria agencia de turismo que está encarregada da sua viagem. A PONTO ALTO VIAGENS E TURISMO está habilitada a vender essa tarjeta. Consulte-nos www.pontoaltoviagens.com.br,  mas caso você não queira adquirir conosco, acesse o site www.embacu.cubaminrex.cu para maiores informações.

PORTO RICO e ILHAS VIRGENS AMERICANAS, vale o visto americano.

Para MARTINICA, GUADALUPE, ST. MAARTEEN E ST. BARTH, o visto pode ser tirado na Embaixada da França (www.ambafrance.org.br).

MAS ISSO NÃO QUER DIZER QUE… você não possa ser barrado. O agente de imigração está investido de um poder quase discricionário, que aumenta em época de atentados terroristas ou de pujança econômica nos próprios países (o que não é o caso agora no tal mundo desenvolvido). Para um policial federal brasileiro que não quis se identificar, vale “saber se portar”. Eis algumas de suas dicas:

1.   Vista-se discretamente e de forma condizente com o local a que está visitando. Se for inverno no Hemisfério Norte, não faz sentido trajar bermuda, por exemplo;

2.   Desligue ou tire o som do seu celular na fila de imigração e não o use durante a entrevista;

3.   Tente não fazer muito barulho enquanto espera para ser atendido;

4.   Procure não rir, isso só irá trair o seu nervosismo;

5.   Não vá acompanhado ao balcão de atendimento, exceto se compartilhar documentos (como voucher do hotel, seguro, passagens);

6.   Não masque chiclete nem chupe bala nem como nada ao conversar com o agente.

EM CASO DE ENERGÊNCIA:

Se você não conseguir se comunicar, peça pela presença de um intérprete. Muitos lugares não têm agentes que entendam português, mas espanhol já é bastante provável.

Se você for barrado, peça para falar com o representante do Consulado do Brasil no país ou, então, com o Núcleo de Assistência aos Brasileiros (61/3411-8803 e 61/3411-6456 – plantão).

Enquanto estiver sob a guarda da imigração estrangeira, saiba que tem direito de se alimentar, beber água, ter acesso a banheiro e meios de comunicação. Você não pode ficar retido no aeroporto por mais de 48 horas. Eles também não têm direito de ficar com seus documentos, após a liberação ou embarque de regresso ao Brasil.

SE VOCÊ FOR ENVIADO DE VOLTA:

Além do dano mental, moral e físico, você tem de encarar o prejuízo financeiro. Não é possível pedir reembolso à companhia aérea ou a operadora que lhe vendeu o pacote, porque é de sua responsabilidade apresentar os documentos e as garantias necessários para entrar no país.

Há casos em que dá pra cancelar as reservas de hotéis e dos passeios contratados e recuperar parte do dinheiro. Nessa hora, ter um agente de viagem confiável, faz a diferença.

SAIBA QUE, A MENOS QUE VOCÊ SEJA DEPORTADO

Seu passaporte não será marcado, porque, em tese, você não entrou no país. Mas o sistema de imigração irá registrar a razão de sua rejeição. Antes de se arriscar de novo, certifique-se, junto à embaixada do país no Brasil, de que você tem como provar, com documentos, que está viajando apenas a turismo.

FIQUE ATENDO

Nunca é demais saber que o passaporte só será aceito se tiver pelo menos 6 (seis) meses de validade a partir da data de embarque.

A vacina contra febre amarela tem de ser tomada pelo menos 10 (dez) dias  antes da viagem.

Nas Américas do Sul e Central, o comprovante do posto de saúde é aceito, mas nos países da Ásia e África, é preciso apresentar a Carteira Internacional de Vacinação, que pode ser feita em poucos minutos nos postos da ANVISA dos aeroportos internacionais.

Tome cuidado ao escolher vôos com conexões. Certifique-se de que você têm a documentação necessária para passar nos países nos quais  precisa tomar os aviões. Se não, poderá ficar preso em uma sala enquanto aguarda o segundo embarque ou, pior, não poderá desembarcar no aeroporto e perderá os vôos e sem direito a reembolso.

ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA

Para passar tranquilamente pela entrevista da imigração, leia sobre o país que você quer visitar. O agente da imigração pode perguntar o que você deseja conhecer, quais são os seus interesses ali. Pesquisando antes as atrações e a história do destino, você terá mais argumentos para convencê-lo de suas intenções.

Fonte:

Revista Viagem e Turismo – Novembro/2010

Ponto Alto Viagens e Turismo

NY tem um novo centro gastronômico

16 de janeiro de 2011

A gastronomia italiana ganhou um novo endereço em NY.

Trata-se do EATALY (mistura  de eat, “comer”, com Italy, “Itália”). O lugar é uma idéia dos chefs Mario Batali, Lidie Joe Bastianich e fica em Manhattan, no número 200 da 5a. Avenida com a Rua 23, região que andava meio esquecida e que ganhou um projeto de revitalização.

Os três chefs reuniram ali uma porção de restaurantes de massas, pizzas, carnes e peixes, em torno de uma piazza muito informal.

Lá, além dos restaurantes, é possível encontrar queijos e presuntos italianos e ainda há padaria, sorveteria, cervejaria, loja de doces, açougue, mercearia e até escola de culinária.

O centro gastronômico foi inaugurado em setembro de 2010 e fica bem em frente ao Flatiron Building, um dos primeiros arranha-céus da cidade.

Para saber mais, acesse www.eatalyny.com

Fonte: Revista Viaje Mais

EUROPA NO INVERNO – MANUAL DE INSTRUÇÕES

13 de janeiro de 2011

Você viu no noticiário: a Europa registrou um dos dezembros mais frios dos últimos tempos. Até cidades onde dificilmente neva, como Londres e Paris, viveram um raríssimo Natal branco. O mau tempo causou a paralisação de aeroportos e interrompeu o funcionamento de algumas rotas de trem.

Para muitos brasileiros, o frio incessante desta época é um atrativo extra para viajar à Europa: a experiência fica ainda mais intensa. Outros viajam agora porque não têm alternativa: só podem ir nas férias escolares e encaram o frio como um desafio. Há também aqueles que, podendo escolher entre julho e janeiro, acreditam que enfrentar o calorão do verão seja mais penoso que se sujeitar às baixas temperaturas do inverno.

As vantagens:

A maior felicidade à espera de quem viaja à Europa nesta época é a baixa densidade demográfica. Haverá bem menos turistas disputando espaço com você nas ruas (e nos museus e demais atrações). O frio espanta não só as massas, como também os vendedores de quinquilharias e souvenirs. Na semana entre o Natal e o réveillon isso é menos verdadeiro, mas durante janeiro, fevereiro e março, espere dividir a Europa com menos colegas forasteiros. Por causa disso, os hotéis ficam mais em conta; é nesta época que aparecem as melhores ofertas (a exceção, evidentemente, fica por conta das estações de esqui). Para quem viaja para comer e beber, o inverno é perfeito: mais do que em qualquer outro momento do ano, a mesa é um grande programa.

As desvantagens:

Os dias são mais curtos, diminuindo o seu tempo útil para sightseeing nos tradicionais pontos turísticos (dezembro é o pior mês; março tem mais horas de luz). Os dias nublados parecem ainda mais cinzas e tristonhos do que no resto do ano. O frio faz a Europa das mesas na calçada desaparecer de vista. As longas caminhadas deixam de ser um prazer e podem virar um suplício. Como se viu, nevascas podem trazer o caos aéreo (e às vezes, ferroviário) sem aviso prévio. Dirigir exige mais paciência, destreza – e, na montanha, correias.

Adapte-se à estação. O segredo de viajar pela Europa no inverno é não tentar reproduzir a clássica viagem da primavera, com roteiro picadinho, repleto de passeios ao ar livre e paradas em cidades pequenas. Vista a sua viagem com as mesmas roupas quentinhas que você vai usar. A seguir, algumas sugestões para você fazer uma bela viagem apesar do frio:

Essencial:

Pés secos, extremidades aquecidas. Calçados impermeáveis são o item mais importante do seu vestuário. É um conselho difícil de ser seguido por mulheres, mas a verdade é que pés molhados e gelados são uma tortura (e uma porta aberta para a gripe). Luvas e gorro também são essenciais. E seu casaco precisa ser impermeável. Não exagere na estratégia cebola ou você vai ter que se livrar de várias camadas sempre que entrar nos ambientes fechados, que são aquecidos. Roupa de baixo colada no corpo, suéter de lã e um bom casaco devem ser suficientes (de novo, desde que você use luvas e gorro). Se quiser já sair do Brasil com roupas adequadas, passe numa loja de produtos para esportes de ação, como a Decathlon.

Privilegie cidades grandes:

Pense que a sua viagem vai ficar mais confortável quanto maior for o número de atividades em ambiente fechado que você consiga fazer. E nisso as cidades grandes são insuperáveis. Com exceção das estações de esqui e, em dezembro, das cidadezinhas com os tradicionais mercados natalinos, os pequenos vilarejos simplesmente hibernam durante todo o inverno.

Inclua cidades que ficam abarrotadas no verão:

O inverno é uma época excelente para visitar destinos que ficam intransitáveis em tempo ameno, como Praga, Veneza e Roma. O raciocínio, porém, não vale para lugares em que o calor e o movimento do verão fazem diferença, como Barcelona, Costa Amalfitana e Grécia.

Viaje em dezembro para os mercados natalinos:

A Europa Central comemora o Natal com mercados gostosíssimos. É o tipo de experiência que redime todas as dificuldades de viajar nesta época. Tente trocar a viagem de janeiro por duas semanas em dezembro, colocando a Alemanha no roteiro.

Invista um pouco mais em hospedagem:

Você vai ficar mais no quarto. Ou, no mínimo, vai querer um pouco mais de aconchego sempre que voltar. Por isso, vale a pena considerar hotéis na faixa mínima de 150. Para estadas a partir de cinco dias, alugar apartamento é ideal.

Saia do hotel sabendo onde vai comer:

O inverno rigoroso não é uma época apropriada para escolher restaurante ao acaso, na base da intuição. Faça o seu dever de casa e estude onde vai fazer as refeições e como se chega: ninguém merece rodar ao léu no frio e com fome.

Vá devagar:

O inverno deixa você naturalmente mais lento. Vá com tempo sobrando e usufrua da preguiça que o frio traz. Sua viagem fica muito mais gostosa quando você não abusa do organismo e segue o ritmo da estação.

Quer passar menos frio? Vá à Península Ibérica:

O inverno em Portugal e em partes da Espanha (Catalunha, Andaluzia) não é lá muito mais rigoroso que o do Sul do Brasil (mas em Madri faz bastante frio). Em Portugal o maior empecilho é a chuva, que costuma ser intermitente, sobretudo no norte. Já a Andaluzia é um grande destino de inverno, com dias mais secos e temperaturas amenas, que podem chegar perto dos 20 graus (há quem diga que esta é a melhor época do ano para ir a Sevilha).

Fonte: O Estado de São Paulo